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NOSSA HISTÓRIA |
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QUEM SOMOS >> NOSSA HISTÓRIA | ESTRUTURA NACIONAL | EQUIPE DIOCESANA
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1930
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Acontece a passagem da vida no campo para a vida urbana, devido a urbanização que começa a ocorrer no Brasil. A cultura urbana começa a predominar. O Papa Pio XI cria a Ação Católica, a qual tem por objetivo levar a Igreja para onde o povo está: na escola, na família, na paróquia, pois o povo se diz católico só por ter os sacramentos. A igreja deve ter uma ação evangelizadora de ir até o povo. |
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1950
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Surge a Ação Católica Espiritualizada (ACE). Os jovens não têm voz nem vez, apenas os padres e as freiras são quem comandam tudo. Nesta época, o Jovem passa a ser protagonista, pois a Ação Católica começa a atingir o Jovem. A partir disto, vão surgindo os movimentos: JAC, JEC, JIC, JOC e JUC.
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JAC (Juventude Agrária Católica) - tem um trabalho voltado par ao campo. Nessa época muitas pessoas estão vindo para as cidades. A JAC vem das ligas camponesas e é contra essa mudança radical (êxodo rural).
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JEC (Juventude Estudantil Católica) - Tem o trabalho voltado para os estudantes secundaristas. A juventude começa a fervilhar, ou seja, "o despertar do jovem". A força está como jovem (Rock'n Roll, etc). A juventude percebe qual é o seu papel na história.
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JIC (Juventude Independente Católica) - É o último grupo que surge e é formado por mulheres de classe média (burguesia) e não tem uma ação muito evangelizadora, apenas mais tarde.
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JOC (Juventude Operária Católica) - As fábricas estão crescendo e para a juventude que trabalha nas fábricas recebe a ação. A JOC utiliza o método ver-julgar-agir, que toma conta da ação católica.
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JUC (Juventude Universitária Católica) - Assim como a JEC, as idéias de transformação vão tomando conta do meio acadêmico. Há grandes discussões sobre o rumo do mundo e da humanidade.
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1960
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A juventude começa a transformar o mundo. Nessa época o jovem apenas escuta os movimentos. Mas, ele quer falar e não apenas escutar, cresce então a repressão contra essa consciência. |
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1962
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De 62 a 65 acontece o Concílio Vaticano II, a Igreja começa a despertar. As missas deixam de ser celebradas em latim, o padre se virá para o povo, reconhecem Maria como mãe de Deus e da Igreja, cria-se o diaconato permanente, entre outras mudanças que abalaram toda a estrutura da Igreja. |
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1964
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Cresce o número de governos ditatoriais no mundo. No Brasil, o golpe militar de 64 derruba João Goulart e inicia-se um processo de repressão a qualquer tipo de movimento (partidos, congressos, etc). Todos os movimentos (JAC, JEC, JIC, JOC, JUC, etc) tiveram uma atuação muito grande nesse período. Haviam jovens da JUC que faziam parte da UNE. No meio operário e secundarista, a JOC comandava passeatas, greves, etc. Os jovens que estavam a frente dos grupos foram caçados, até torturados e assassinados. A JUC cria a Ação Popular (AP) que era mais ou menos como um partido político, que vai para a luta armada e a maioria morreu. |
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1966
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Acontece o AI-5 proibindo qualquer manifestação. Após as 10 horas todos deviam estar em casa e a ditadura militar inicia seu trabalho de repressão a todo vapor. Os movimentos acabam e por último a JUC em 1966. A juventude entra no silêncio, pois os movimentos desapareceram e não tem mais atuação tão forte, ou seja, a juventude que intervia na história começa a se calar. |
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1968
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Acontece o Encontro de Bispos da América Latina em Medellín. A igreja da América Latina preferência a ação para os jovens. |
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1969
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O clero ainda tinha uma mentalidade conservadora e a Ação Católica é desfeita, o clero não reconhece mais a Ação Católica. Com o fim da AC, criou-se um vazio no trabalho "juvenil" da Igreja. Não se matou somente uma organização, aniquilou-se um propósito de vida, uma metodologia de trabalho, um modo de o jovem ser Igreja. Surgem então os Movimentos de juventude que priorizam o lado emocional do jovem (RCC, TLC, EJC, Cursilhos de Cristandade, etc). Surgem os movimentos de massa. |
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1970
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Os jovens mudaram de progressistas para conservadores durante a primeira parte da década de 70, preocupando-se principalmente com seus problemas pessoais. O mesmo fenômeno aconteceu em outros países do mundo. |
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1973
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Ocorrem iniciativas da CNBB de articular experiências de uma Pastoral da Juventude. Acontece o primeiro encontro Nacional no Rio de Janeiro. |
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1974
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Jovens do Estado de São Paulo reuniram-se em assembléia e elaboram o documento Princípios e Diretrizes da Pastoral da Juventude, aprovado pelos bispos. |
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1975
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Acontece o I Concílio de Jovens em Vitória (ES). |
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1976
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Ocorre o segundo encontro Nacional da Pastoral da Juventude (ENPJ) também no Rio de Janeiro. |
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1977
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Acontece o II Concílio de Jovens em Lins (SP). A partir daí, surge a articulação da Pastoral Universitária. |
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1978
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Acontece o 3º Encontro Nacional da PJ, onde surgem as diretrizes de ação da PJ: Pastoral Orgânica, ou seja, integrada com as demais pastorais da Igreja, opção pelos pobres através dos trabalhos sociais, atingir muitos jovens por intermédio de pequenos grupos em meios específicos e utilizar o método Ver-Julgar-Agir, aproveitando as influências da AC. |
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1979
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Acontece outra Encontro dos Bispos da América Latina em Puebla, México, onde a igreja opta pelos mais empobrecidos. |
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1980
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A partir de 77 há um novo despertar na juventude. Os jovens são os primeiros a irem para as ruas para exigir a volta do estado de direito. São seguidos pelos intelectuais, advogados, professores. Muitos fatores colaboraram para a criação da PJ: a limitação dos movimentos de encontro, a necessidade de dar resposta ao grito dos empobrecidos, a necessidade de liberdade, a dispersão e isolamento de jovens através dos encontros de massa, a falta de objetivos claros dos movimentos, a necessidade de planejamento participativo e a questão que a partir dos anos 80 os jovens voltam a ter destaque no mundo (ONU e Puebla). |
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1983
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4º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude. Pe. Jorge Boran assume a assessoria nacional em substituição ao Pe. Hilário Dick. Todos os regionais estavam presentes, sendo a maioria jovem. |
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1984 a 1989
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Acontecem mais 4 encontros nacionais da Pastoral da Juventude. |
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1990
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A juventude volta a se calar devido as constantes mudanças que estão ocorrendo no mundo: a queda do muro de Berlim em 1989, a primeira oportunidade de votar para os jovens em 1990 no Brasil, a desintegração da União Soviética em 1991 acabando assim o comunismo, a nova instituição do modelo capitalista neoliberal. O jovem começa a perder a esperança. Muitos não conseguem trabalho. A insegurança e o desespero empurram muitas pessoas para as seitas milagreiras. Os movimentos voltam a atuar com mais intensidade no meio juvenil. A PJ muda seu discurso se adaptando a nova realidade. |
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1992
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Bispos da América Latina se reúnem em Santo Domingo, na Republica Dominicana. Os jovens voltam as ruas através do impeachment do presidente Collor, aquela mesma juventude que até semanas atrás era tida como "individualista e despolitizada". |
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1996
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Acontece a 11ª Assembléia Nacional da Pastoral da Juventude (ANPJ), denominada a "Ônzima". Uma nova etapa para a PJ, a assembléia foi realizada para: Partilhar e repensar o projeto da PJB em vista da missão; celebrar um novo tempo; trabalhar a missão da PJB elaborando linhas comuns e projetos concretos de ação, formação e espiritualidade; definir a organização e o organograma da PJB. Cria-se o 1º Plano Trienal de Ação da PJ (1996 - 1998). |
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1998
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Em janeiro, aconteceu o V Encontro Nacional com a participação de 200 delegados e delegadas, de todos os cantos do país. Em julho, aconteceu na cidade de Lins (SP) o III Concílio de Jovens, após 20 anos desde o último concílio. Em outubro, teve lugar o II Congresso Latino-americano de jovens com cerca de 1000 pessoas, sendo 730 delegados e os demais convidados. Acontece a 12ª ANPJB, onde se define o 2º Plano Trienal (1999 - 2001). |
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2001
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Acontece a 13ª ANPJB com 170 participantes para avaliar o Plano Trienal. Foi um momento de rever a história e planejar o caminho em comum para os três anos seguintes. Surge o novo Plano Trienal (2002 - 2004). |
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2003
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Comemora-se 30 anos de Pastoral da Juventude no Estado de São Paulo e 20 anos de articulação nacional. Discussões em todo o país teno como tema as Políticas Públicas para a Juventude. Em 2003, tiveram lugar vários congressos e encontros sobre este tema a nível nacional, com inúmeros representantes da Pastoral da Juventude: I Semana Nacional sobre Políticas Públicas para Juventude, I Fórum da Cidade de São Paulo sobre Juventude, III Encontro Nacional do Movimento Fé e Política, entre outros. |
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2004 | |
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2005 | |
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2006 | |
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2007 | |
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2008 | |
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2009 | |